
BALNEÁRIO PONTE DA BOLÍVIA, localizado próximo da Barreira Policial na Avenida Torquato Tapajós, zona Norte de Manaus, em dois momentos.
Criado em 1958 com a pavimentação da Estrada Manaus-Itacoatiara e a construção da ponte sobre o Igarapé da Bolívia, foi um dos principais balneários da cidade, bastante procurado pela população aos finais de semana.
Funcionou até a década de 1990, quando suas águas, por conta da poluição, ficaram impróprias.
A Ponte da Bolívia, em Manaus é uma estrutura histórica na Avenida Torquato Tapajós (antiga AM-010), sobre o Igarapé da Bolívia, famosa por ter sido um antigo balneário popular na década de 1980, conhecido pela água limpa, mas que hoje enfrenta problemas de poluição e acessibilidade.
Apesar de ter sido reformada e de existirem outras pontes importantes na cidade (como a Ponte Rio Negro), a Ponte da Bolívia marcou época como ponto de lazer e agora é lembrada pela sua transformação ambiental.
Características e História:
Localizada no km 17 da Avenida Torquato Tapajós (AM-010). Sua inauguração aconteceu em 1958, para substituir uma ponte de madeira, sendo realizada uma ponte de estrutura de concreto.
Nome Oficial: Embora conhecida como Ponte da Bolívia, seu nome oficial é Ponte Antônio Vital de Mendonça, em homenagem a um deputado.
Balneário: A área ao redor era um ponto de encontro e banho nos fins de semana, com água limpa, mas o desenvolvimento e a construção de aterros sanitários prejudicaram o igarapé.
Situação Atual: A ponte e o igarapé passaram por degradação ambiental e problemas estruturais. Houve esforços da prefeitura para reformas e reconstrução, visando restabelecer o acesso e a qualidade ambiental da área.
Em resumo, a Ponte da Bolívia é um marco na memória afetiva de muitos manauaras, simbolizando um passado de lazer em contraste com os desafios ambientais atuais da região.
A Ponte da Bolívia foi construída em 1958 na administração estadual de Plínio Ramos Coelho sob o Igarapé da Bolívia, na Avenida Torquato Tapajós, AM-010.
Assim que assumiu o Governo do Estado pela primeira vez, Plínio Coelho estabeleceu como uma de suas principais metas para o setor do transporte rodoviário estadual, a construção da estrada Manaus-Itacoatiara, AM-010, com mais de trezentos quilômetros de extensão, trecho entrecortado por igarapés e que, por isso, necessitaria da construção de pontes.
Iniciadas as obras, para que os trabalhos avançassem pelo lado de Manaus, era preciso que se colocasse, uma ponte de madeira sobre o igarapé da Bolívia. O projeto, porém, já previa a substituição dessa por outra em concreto.
Esse trecho passou a ser frequentado nos finais de semana, ficando conhecido como Balneário da Ponte da Bolívia.
A construção de um aterro sanitário pela Prefeitura em meados da década de 1980 pôs fim ao igarapé.
Igarapé da Bolívia – As obras da rodovia ficaram sob a responsabilidade do então Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do Amazonas. Que firmou contrato com a paraense Empresa de Construções Civis e Rodoviárias Ltda. – ECCIR.
Para a execução da pavimentação e outros serviços entre os quilômetros 5 e 20 da Manaus-Itacoatiara, o qual incluía a construção da ponte de concreto sobre o igarapé da Bolívia, que teve sua construção iniciada em 1957.
Inaugurada no dia 21 de fevereiro de 1958, pelas festividades do aniversário do governador Plínio Ramos Coelho, recebeu a denominação Ponte Antônio Vital de Mendonça. Homenagem a esse deputado estadual nascido no município de Itacoatiara e que faleceu em um trágico acidente de avião.
De acordo com o jornal A Gazeta, publicado no dia seguinte à inauguração da obra, ela também foi chamada de Ponte do Quitó. Devido ao apelido pelo qual ficou conhecido o deputado Vital de Mendonça.
O costume popular, entretanto, lhe daria o seu nome mais conhecido até os dias de hoje: Ponte da Bolívia. Seu comprimento total é de vinte metros, divididos em três vãos, sendo um
central, de 13 metros, e os outros dois extremos, de 3,40, cada.
Espero que tenham gostado!
Por Paulo Almeida Filho – Aposentado/Am
Fontes: Google, Wikipedia, Instituto Durango Duarte e Youtube.








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