Imprensa

Histórias e Lendas do Amazonas

Histórias e Lendas

Atletico Rio Negro Clube

Por Paulo Almeida Filho

21 de outubro de 2025 às 14:24 Compartilhe

O ATLETICO RIO NEGRO CLUBE (conhecido apenas como Rio Negro, cuja sigla é “ARNC”) é um clube poliesportivo brasileiro, sediado em Manaus. Fundado em 13 de novembro de 1913 como “Athletic Rio Negro Club”, mais tarde rebatizado usando a grafia atual.

O nome do clube é uma homenagem ao Rio Negro, um dos mais importantes do país.

É um dos clubes mais tradicionais e importantes do Estado do Amazonas, no qual se destaca em diversas modalidades esportivas dentre as quais o vôlei e o futebol profissional.

Tem como principal apelido a alcunha de Barriga Preta, em alusão ao seu uniforme principal, que tem a camisa branca com uma faixa horizontal preta, e seu mascote é o Galo, que lhe rendeu outro apelido, o “Galo Gigante do Norte”.

Seu principal rival no futebol é o Nacional, com quem mantém o maior clássico do futebol amazonense e umas das maiores rivalidades do norte-brasileiro.

Ao longo de sua história no futebol, o Rio Negro possui 16 conquistas do Campeonato Amazonense de Futebol profissional, incluindo um tetracampeonato entre 1987 e 1990. Foi o primeiro Clube amazonense a ganhar uma taça a nível regional, a Taça Amazônica de 1928 (enfrentando clubes do Pará), e o primeiro Clube amazonense a ganhar um torneio fora do Brasil, a Copa da Guiana Inglesa em 1963.

É um dos quatro clubes do futebol local que já participou da principal divisão do Campeonato Brasileiro, em sete edições. Participou ainda por seis vezes da Copa do Brasil.

Schinda, ainda jovem, idealizador de um dos gigantes do futebol nortista,

Schinda, ainda jovem, idealizador de um dos gigantes do futebol nortista,fundou o Rio Negro para o futebol baré.

História – Fundação do Rio Negro – Shinda Uchôa, ainda um jovem de 16 anos, teve a ideia e insistiu com seus amigos para que criassem um clube. A insistência foi tanta, que no dia 13 de Novembro de 1913, às 16h, um grupo de rapazes se reuniu na residência de Manuel Afonso do Nascimento, na Rua Henrique Martins (hoje Lauro Cavalcante) para concretizar a ideia do jovem.

Os jovens fizeram neste dia a ata de fundação e no meio da leitura do documento, o momento histórico foi brindado com vinho do porto, bebido em autênticas taças francesas de cristal bacará. Na mesma ocasião, foi realizada uma eleição e o primeiro presidente foi Edgar Lobão. Uchôa foi designado secretário, recebendo também o título de presidente de honra.

A partir daquele momento, veio a existir o Athletic Rio Negro Club, clube de glórias e grande respeito no futebol nortista, que conquistou ao longo de sua história uma calorosa e fanática torcida que fora apelidada de “A Fiel”, pois sempre estava presente nas mais diversas adversidades do clube.

O brinde realizado em sua fundação recebeu o nome de “Porto de Honra” e virou uma solenidade realizada até hoje nas comemorações de seu aniversário, onde o momento da fundação é repetido, bridando com “vinho do porto” como em 1913.

Das doze taças originais, seis foram recuperadas pelo diretor cultural do clube, Abrahim Baze, que criou um museu para guardar a história do Rio Negro. Três delas são usadas no brinde atual pelo presidente mais duas autoridades escolhidas por ele durante o evento. Na casa onde o clube foi fundado, até pouco tempo atrás funcionou o Banco da Mulher, e de acordo com Abrahim Baze, o prédio ainda conserva a mesma arquitetura do início do século.

Um clube de garotos – O Rio Negro foi idealizado por jovens, todos brasileiros, praticantes do esporte, principalmente do futebol, que ganhava popularidade entre os jovens manauaras. Dentre esses destacam-se:

 Schinda Uchôa – 16 anos. Depois se mudou para o Rio de Janeiro. Voltou a Manaus e se tornou presidente de honra.

 Manoel Affonso do Nascimento – Filho dos proprietários da residência onde foi fundado o clube.

 Edgar Lobão – 19 anos, o mais velho dentre os fundadores e o primeiro presidente.

 Deoclides de Carvalho Leal – foi atleta de vôlei do Rio Negro, depois chegou a ser vice governador do estado do Amazonas.

 Ao todo, havia 11 pessoas no momento de fundação, podemos citar que estavam também presentes: França Marinho, Raymundo Vieira, Leopoldo Neves, Basílio Falcão, Paulo Nascimento, João Falcão, Ascendino Bastos e Affonso Nogueira.

O nome do clube é uma homenagem clara ao rio do qual Manaus está situada a margem esquerda: o Rio Negro. O que torna o Rio Negro um dos poucos clubes profissionais, senão o único que tem em seu nome uma homenagem a algo que de fato é regional. O que torna de longe o Rio Negro o clube mais ligado à imagem da cidade.

Na história do clube consta que, no momento da fundação, os jovens que o fundaram estavam na casa que tinha vista para o grande Rio Negro, o que motivou a escolha do nome.

Início no Futebol – A primeira competição oficial de futebol disputada pelo Rio Negro foi o Campeonato Estadual de 1914, apesar de já ter disputado outros de cunho não oficioso, sua primeira conquista veio em 1921, quebrando uma sequência de títulos de seu maior rival, com qual já havia se envolvido em conflitos extra-campo. Fez também diversas participações em torneios comemorativos e amistosos contra clubes locais e regionais, onde colecionou muitos troféus. Em 1966 estreou em Competições Nacionais representando o Amazonas na Taça Brasil de Futebol, sendo o segundo clube do estado a estrear na referida competição. Naquela Taça Brasil o clube enfrentou dificuldades para se deslocar e como o futebol do estado tinha saído recentemente do amadorismo o clube não obteve bom resultado na competição.

Em 1970 o galo alvinegro estreava e fazia sua única participação no Torneio Norte-Nordeste e obteve regular campanha. O Rio Negro é ainda um dos três clubes amazonenses que já jogaram a Série A do Campeonato Brasileiro, possuindo no total seis participações e somou também inúmeras participações na Série B, obtendo como um 9º lugar a melhor Campanha de um clube amazonense naquela competição. O clube possui também participações na Série C e Copa do Brasil.

Tem também importantes conquistas, como a Taça Guiana Inglesa, disputada na cidade de Georgetown. Também foi campeão da Taça Amazônica de 1928 e Campeão do Norte em 1973.

O primeiro título do clube veio somente em 1921, e em 1926 conquistou seu segundo título, um torneio promovido pela Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA). Nestes anos o galo se consolidou como uma das duas principais forças do estado, conquistando oito campeonatos. Porém o nono título, o de 1945 que era seu por direito, foi entregue ao maior rival, o Nacional que por questões administrativas havia de perder o título na justiça esportiva, isso desagradou e muito os altos comandos do Rio Negro, que decidiram abandonar a federação e o futebol.

Nessa época o time tinha já grande torcida e este era aclamado o de maior torcida de Manaus e com grande apoio das classes mais altas da sociedade, e por isso já nesta época ganhava a alcunha de “Clube Líder da Cidade”, porque era também um grande clube social.

 Ataque Demolidor era chamado o ataque barriga-preta na década de 1930, contava com nomes respeitados no futebol local da época como: Ciro, Goiot, Vidinho, Raimundo Bandeira e Ofir Corrêa alternando com Adair Marques (O Príncipe). Essa linha de ataque deu ao clube o título estadual de 1932 na decisiva contra o Fast Clube.

 No ano de 1939 o galo revelava novamente um grandioso ataque, desta vez composto por: Babá, Cláudio, Lé, Bezerra e Benjamim que ficaram conhecidos por “Os Granadeiros”. Além dos atacantes, o Galo da Praça da Saudade contava também com o talento do grande goleiro Iano, que foi tricampeão pelo clube.

O Rio Negro evoluiu rapidamente no futebol. Depois de um início amargo em 1914, o clube passou a brigar pela taça principal do futebol amazonense partindo de 1916. Apesar disso, viu nascer um grande rival que dominou as conquistas naqueles primeiros anos e coube ao “Galo” frear o adversário, conquistando assim seu primeiro título oficial e reconhecido em 1921. Esse adversário é o Nacional, que foi campeão de 1916 a 1920, mas após uma derrota no campeonato de 1921, decidiu por abandonar o campeonato. Tal confronto ocorreu em 1º de Maio (feriado), no Parque Amazonense e o time “barriga-preta” venceu por 4 a 2. Mais tarde outro clube desistiu após uma derrota para o “Galo”, o Sporting, após ser goleado por 5 a 0. Os nomes que entraram para a história alvinegra como os primeiros campeões são: Manoelzinho; Mendonça e Santana; Evangelista, Castrinho e Pantaleão; Anízio, Rochinha, Pudico, Hermínio e Luiz Travassos.

Em 1945 culminou com a crise com a Federação por causas do título que resultaram no seu afastamento do futebol. Além da perda do título, o Rio Negro argumentou que a Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FAFA) sempre procurava ajudar o Nacional nas suas competições, já que em 1919 o clube alvinegro havia deixado de disputar a competição alegando armações para prevalecer o rival, voltando no ano seguinte. No entanto desta vez o Rio Negro passaria 14 anos sem disputar o campeonato local. O clube manteve apenas suas atividades sociais, realizando amistosos contra clubes amadores, já que não tinha um time profissional.

O ano de 1960 marcava a volta da equipe aos campos, motivado pelo grande político e torcedor assíduo Josué Claudio de Souza, o então presidente Aristophano Antony reabria o departamento de futebol, só que sob a condição de que este passasse a ser autônomo e de gerência de Josué Claudio.

Josué fez um duro trabalho de juntar vários jogadores, incluindo muitos oriundos do interior, sendo que o primeiro jogo depois de 14 anos seria contra o São Raimundo, entretanto o resultado foi desastroso, com uma derrota de 7-1. O resultado adverso não desanimou o grande torcedor Josué, que logo viu os resultados saindo, e em 1962, dois anos depois da volta ao campeonato, ainda em sua gerência, viu o clube voltar a ser campeão amazonense, o galo foi campeão novamente em 1965.

Os heróis do alvinegro na final de 1962 foram: Jogadores que atuaram: Chicão (que foi trocado por Pedro Brasil), Bololô e Mário; Fernando, Catita e Eudóxio; Horácio, Thomaz, Airton, Dermílson e Orlando Rabelo. Técnico: Cláudio Coelho. Jogadores no banco: Aderson, Luiz, Gravata, Marcondes, Rodrigo, Machado e Ismaelino.

A profissionalização – Em 1964 instaurou-se em Manaus o profissionalismo no futebol amazonense, e naquele ano o Rio Negro ficou apenas em 5º lugar, porém o campeonato foi um dos mais competitivos até então, apesar da conquista do Nacional com bastante vantagem.

Dos seus jogadores, apenas o histórico goleiro Clovis foi relacionado pela mídia esportiva para a Seleção do Campeonato Amazonense do ano.

Registros históricos – O jogo com maior número de gols aplicado pelo Clube foi um Rio Negro 25-0 Internacional, em 13 de Março de 1927, no Campo do Luso, em Manaus.

 O maior artilheiro em uma temporada pelo Rio Negro foi Lívio com 22 gols em 29 partidas disputadas no ano de 1976.

 O recordista de gols em uma única partida foi o jogador Indio, que marcou 5 gols na vitória do Rio Negro de 6-1 frente ao Penarol no dia 12 de Maio de 1984.

 O gol mais rápido feito por um jogador do Rio Negro foi também o mais rápido da história do futebol Amazonense, o gol foi marcado por Carlos Alberto Silva que estreava no Rio Negro aos 10 segundos de jogo, no empate de 2-2 contra o São Raimundo no dia 22 de Junho de 1989.

 O Rio Negro foi o primeiro Clube do Amazonas a ser homenageado por uma escola de samba do grupo especial do carnaval de Manaus, em 1997, a Mocidade Independente de Aparecida homenageou o Galo com o enredo “Skindá, Skindô, É gol!”

 Em 2013, ano do seu centenário, o Rio Negro foi homenageado novamente por uma escola de samba do grupo especial do carnaval de Manaus, a Presidente Vargas, com o enredo “Em seus espelhos se reflete a tradição, nos esportes, garra e coração. Atlético Rio Negro Clube – 100 anos de amor e paixão”.

 O goleiro com maior tempo sem tomar gols vestindo a camisa barriga preta foi Luís Roberto Silva Lima, que passou exatos 802 minutos sem tomar gols, sequência quebrada por Cido, atacante do Princesa do Solimões no jogo Rio Negro 2-1 Princesa ocorrido em 29 de Julho de 1987.

 Os recordistas de títulos pelo Rio Negro foram Luís Roberto e Kleber Brito, com 4 títulos cada um.

 Em 1982 o Nacional perdeu por WO na final do Campeonato Amazonense contra o Rio Negro. Assim, o Rio Negro foi declarado campeão, fato este que nunca foi esquecido pelo torcedor do clube.  O clube é um dos poucos a utilizar um mesmo modelo de uniforme por quase toda sua existência.

 O Galo como prova de sua tradição, tem vários clones na região norte, principalmente no interior dos estados do Amazonas e Pará. O Rio Negro é o único da Região Norte a ter um clone profissional, o Rio Negro de Roraima que por muito tempo, além do nome e das cores, carregava também o mesmo escudo do galo de Manaus.

 O atacante Roberto Dinamite, grande ídolo do Vasco-RJ jogou pelo Rio Negro em um jogo no dia 12 de Dezembro de 1990, o jogo da ocasião era contra o Flamengo que venceu por 3-2, os dois gols do galo foram marcados por Dinamite.

 O clube teve durante anos a sua revista oficial, como forma de comunicação oficial com a sua grande torcida, a mais famosa delas é a “Rionegrino”.

Ídolos: Clóvis “Aranha Negra’’ – Clovis Amaral Machado, goleiro natural de Parintins, defendeu o “Galo” de 1963 a 1970 e depois em 1973, fazendo um total de 119 jogos”. Foi campeão amazonense pelo clube em 1965. O goleiro se tornou conhecido por usar uma toalha vermelha que sempre amarrava na rede do gol, o que, segundo alguns, tornava sua meta impenetrável. Clóvis foi um dos poucos jogadores de futebol do Amazonas a ter uma despedida oficial, na ocasião de um amistoso contra o Bangu em Junho de 1982 que terminou empatado em 0 a 0. Clovis saiu com pouco mais de 12 minutos do 2º tempo, dando então uma volta olímpica no Estádio Ismael Benigno, sendo aplaudido pelo público presente. Clóvis faleceu em 12 de Outubro de 2020 em decorrência da COVID-19.

Luizinho “Mão de Grude” (Luíz de Souza Gonçalves) – goleiro natural de Parintins, chegou ao Rio Negro com a promessa de ser o substituto do consagrado Iano. Luizinho ficou no “Galo” até 1945, ano que o clube se desagradou com a federação e se afastou do futebol. Foi campeão de fato em 1940 e 1943 e de direito em 1945, pelo Rio Negro. O último grande goleiro do clube antes do seu afastamento.

Roberto Berdana (Roberto Almeida Jorge Elias) – O clube tem como um dos seus maiores artilheiros o atacante amazonense, que jogou futebol pelo clube na década de 1960. Roberto tinha um chute forte e preciso e deu muitas alegrias a torcida do “galo” sendo o primeiro atacante na história do futebol mundial a marcar gols chutando a bola de bico no ar (sem deixar a bola cair no chão), feito inédito na história do futebol. Roberto, por ter atuado pelo clube durante muitos anos, recebeu o título de sócio benemérito no dia 13 de novembro de 1975.

Berg (Ninimberg dos Santos Guerra) – meia-esquerda, é considerado a grande revelação do clube, fazendo parte do time campeão amazonense em 1982, que é considerado um dos melhores da história do clube. Ainda disputou com destaque o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1983 pelo “Galo” depois se transferindo pro Botafogo, onde fez sucesso. Depois, transferiu-se para o Botafogo, onde ficou muitos anos e obteve grande destaque.

Catita (Wilson Ferreira da Silva) – zagueiro temido em seu tempo, Catita chegou a o Rio Negro em 1960 ficando até 1969. Foi campeão estadual pelo “Galo” nos anos 1962 e 1965.

Iano Monteiro foi um grande goleiro da década de 1940, começou no Nacional e mais tarde se transferiu pro Galo onde ficou cerca de 8 anos e foi tricampeão amazonense.

Cláudio Coelho – atacante nascido em Manaus a 9 de maio de 1917, foi multicampeão no Amazonas como jogador e como técnico. Por ocasião do destino, Cláudio pertencia ao Nacional mas acabou ficando livre após o rival se licenciar em 1938, vindo então para o Rio Negro onde conquistou os campeonatos de 1938, 1940 e 1943. Saiu do “Galo” justamente por este “abandonar” o futebol em 1945. Mais tarde retornou, agora como técnico, em 1960. Ele levou o “Galo” ao primeiro título pós-hiato de 14 anos, em 1962. Voltou a ser campeão em 1965. Um episódio considerado marcante de Cláudio se deu em 1939, ainda como jogador, quando “roubou” a bola de jogo para não deixar o Nacional bater um pênalti. Sua atitude fez o jogo de uma final ser suspenso.

Além do futebol, o Rio Negro também mantem atividades, no handebol, voleibol, futsal, natação, basquetebol e judô entre outros, sendo sempre forte nessas modalidades, obtendo várias conquistas. O Clube conta com um ginásio particular para praticá-los, e este tem a capacidade de cerca de 2.000 lugares. Em 2012 montou o time de futebol americano Rio Negro Mustangs, em parceria com o time Mustangs.

Sede do Rio Negro – O principal patrimônio do Rio Negro é sua sede social, localizada em frente a Praça da Saudade, região do Centro Histórico de Manaus. Nela está toda a estrutura física do clube: Parque Aquático com duas piscinas (Flávio de Castro e Gilberto Mestrinho), inaugurado em 13 de Novembro de 1960, na gestão de Glauther Marques Batista. Há ainda uma pequena piscina de hidroginástica; Ginásio Poliesportivo Aristophano Antony, com capacidade para 2000 espectadores. Recebe jogos de vôlei, futsal e handebol e também escolinhas do clube; Centro Administrativo Joaquim Rocha da Silva Barateiro, inaugurado em 16 de Maio de 1989 na gestão de Antônio Carlos da Silva. Nele funciona todo o setor administrativo da agremiação. É possível ver a sala de troféus onde estão todos os títulos do clube “barriga preta”, além de quadros, revistas sobre o clube, fotos antigas e medalhas das grandes equipes de futebol, futsal e de todos os outros esportes que são praticados. Palácio Dórico com Salão dos Espelhos, utilizado para eventos sociais como formaturas e festas diversas.

Placa de Fundação do Parque Aquatico.

Placa de Fundação do Parque Aquatico.

Foram eleitas Miss Amazonas representando o clube: Maria Amália – vencedora do concurso em 1949; Annete Stone – venceu o Miss Amazonas de 1955 e posteriormente foi 2º lugar no Miss Brasil; Terezinha Morango – natural de São Paulo de Olivença, no interior do estado, venceu o Miss Amazonas em 1957. Posteriormente foi Miss Brasil e conquistou o 2º lugar no Miss Universo; Kátia Louzada Vargas – vencedora do concurso de 1982; Anne Christine César – vencedora do concurso de 1987.

Os Acadêmicos do Rio Negro é uma escola de samba ligada ao clube por ter sido fundada como batucada composta por torcedores do Rio Negro em 1972, sendo que em 1983 essa mesma batucada resolveu tornar-se uma escola de samba. Após muito tempo desativada, esta volta no ano de 2011 como muitas torcidas organizadas, que, animadas com o projeto do clube, resolveram se reativar. O seu primeiro samba enredo foi intitulado de “As Mil e Uma Noites nos Carnavais Rionegrinos”.

Existem muitas outras historias sobre o Atlético Rio Negro Clube.

 

Comentários

Buscar

Compartilhe

Atletico Rio Negro Clube

Guia de Associados